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Saiu na Imprensa
Folha de Londrina – 28/07/2010 – Micaela Orikasa – Reportagem local
Dor nas costas: você pode ter uma
Lombalgia é a doença crônica mais comum entre brasileiros e a menos tratada
Fabíola Alcântara descobriu três hérnias de disco aos 18 anos: ‘‘Não podia nem usar salto alto’’
Tratamento pode ser à base de medicamentos e fisioterapia para fortalecimento muscular, explica o fisioterapeuta Afonso Salgado
Quatro em cada cinco pessoas tiveram, têm ou terão dores nas costas algum dia. É o que revela os dados da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A coluna é a segunda maior fonte de dor no mundo, atrás somente da cabeça e em muitos casos, a doença passa sem a necessidade de tratamentos complexos, porém os sintomas podem revelar problemas mais graves, como uma hérnia de disco.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que 80% da população mundial sofrerá ao menos um episódio de dor nas costas na vida. Entre as principais causas estão tumores, cistos, lesões nos nervos, nas vértebras e nos discos e, principalmente, má postura, fraqueza dos músculos da região, tabagismo e obesidade.
A dentista Paula Mariano de Oliveira, de 29 anos, sabe muito bem da importância de se ter uma postura correta. ”O trabalho não favorece muito a postura e por consequência dessa rotina, tenho muitas dores no pescoço e coluna. Quando passo por uma situação de estresse então, piora”, conta ela, que sofre há mais de cinco anos com a dor. Há um ano, Paula começou a frequentar sessões semanais de fisioterapia. ”É o que tem aliviado minha dor”, revela.
Prevenção
Outro estudo realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública, ligada à Fiocruz, aponta que a dor nas costas é a doença crônica mais comum entre os brasileiros e também, a menos tratada. O problema afeta 36% da população, e 68% dos atingidos buscam tratamento.
”Em casos mais graves e irreversíveis, quando se tem dor contínua e perda de sensibilidade, a cirurgia pode ser a melhor alternativa. Já em situações agudas e crônicas mais controladas, o tratamento pode ser à base de medicamentos e fisioterapia para fortalecimento das regiões das costas e abdômen”, explica Afonso Salgado, fisioterapeuta especialista em microfisioterapia, que atua em Londrina.
Segundo ele, alguns hábitos podem prevenir a doença, como atividades físicas regulares de alongamento e fortaleciomento e, adaptação da ergonomia do mobiliário onde se tem permanência constante.
”Quem trabalha sentado, como motoristas, deve se levantar e se movimentar a cada duas horas. Já para aqueles que têm um trabalho mental, em frente ao computador, o recomendado é a cada uma hora”, indica ele, que ressalta a maneira correta de sentar. ”Os pés devem estar apoiados no chão, as costas apoiadas totalmente no encosto. Recomendo, inclusive, o uso de almofadas na região lombar, para que ela tenha apoio. Além disso, as pessoas devem evitar ao máximo, ficar com as pernas cruzadas”, enfatiza.
Outro ponto muito importante, de acordo com o especialista é a escolha do colchão. ”Os colchões têm diferentes densidades e por isso é preciso ficar atento se ele se adapta bem ao peso da pessoa ou do casal”, afirma.
Multi Tv – Junho/2010
Site – Comunique-se – 27/01/2010
Técnica corrige desequilíbrios corporais relacionados à postura e disfunções ortopédicas
( São Paulo, São Paulo, Brasil – Comunique-se – ) Podoposturologia teve origem na França e chegou ao Brasil em 1997
Muitas dores apresentadas pelo corpo podem ter origem no tipo de pisada, que causam desequilíbrios corporais relacionados com a postura e com disfunções ortopédicas originadas nos pés. E, por meio de técnicas não invasivas, como a Podo posturologia é possível fazer a correção destes desequilíbrios, eliminando os sintomasque surgem no corpo.
Segundo o fisioterapeuta Afonso Salgado, Mestre pela Unesp, Doutorando pela UniCastelo – SP em engenharia Biomédica, a Podoposturologia é um método de correção feito com técnicas manuais e correção com órteses plantares com estímulos mecânicos e proprioceptivos relacionados ao sistema nervoso.
“A técnica avalia as entradas sensório-motoras que podem perturbar a postura como: Oclusão dentária, Vestíbulo Coclear – labirintos, Óculo-motor e Podal. E depois de uma avaliação mais detalhada, percebemos que um determinado tipo de pisada pode resultar em uma alteração do funcionamento do tornozelo. Para se adaptar, os joelhos irão se sobrecarregar para compensar a alteração de tornozelo; e o quadril e a pelve, por sua vez, também se sobrecarregarão pela alteração existente no joelho. Assim sucessivamente até que uma estrutura ou articulação no corpo não consiga se adaptar ao estímulo, provocando as dores”, explica o fisioterapeuta Afonso Salgado, da clínica Salgado Saúde Integral e Reabilitação.
Para fazer uma boa avaliação, a Podoposturologia utiliza a Baropodometria computadorizada, ou seja, um equipamento que possui uma plataforma de pressão que através de sensores capta as pressões plantares e também os deslocamentos do corpo no espaço. Esta plataforma auxilia os profissionais para determinar o diagnóstico das alterações plantares e o melhor tipo de tratamento para cada caso.
“A avaliação será feita sempre direcionada aos desequilíbrios do paciente, sendo eles estáticos, dinâmicos ou da postura. O equilíbrio, essencial no controle postural, também é avaliado com a plataforma. Para fazermos as correções, utilizamos técnicas manuais e exercícios e, quando necessário, a palmilha com os estímulos podais é indicada”, afirma Afonso Salgado.
Os estímulos são feitos com elementos confeccionados em EVA (borracha feita da mistura de alta tecnologia de Etil, Vinil e Acetato) e espuma com densidades e espessuras diferentes, que dependendo de cada caso serão inseridos na palmilha. E a indicação das palmilhas é feita com base nos resultados da avaliação.
“Com o resultado da avaliação, vamos definir o tipo de estímulo que o paciente precisa e faremos a adaptação das palmilhas para o seu tipo de pé através do processo de termomoldagem. Isso favorece o maior contato dos pés com a palmilha e facilita a captação dos estímulos pelo sistema nervoso”, completa o fisioterapeuta da clínica Salgado Saúde Integral e Reabilitação.
Clínica Salgado Saúde Integral e Reabilitação
A clínica Salgado Saúde Integral e Reabilitação, fundada pelo fisioterapeuta, Mestre pela UNESP – SP e Doutorando pela UniCastelo – SP em engenharia Biomédica Afonso Salgado, é composta por 4 clínicas localizadas nas cidades de São Paulo, Sorocaba, Londrina e Maringá. Ao investir na promoção da saúde e qualidade de vida, a clínica busca estar sempre à frente no que se refere às inovações tecnológicas e Terapêuticas, aplicando principalmente técnicas como Microfisioterapia (técnica de fisioterapia manual que identifica a causa primária de uma doença ou sintoma e estimula a autocura do organismo), Osteopatia, Palmilhas Posturais, entre outras. http://www.salgadosaude.com.br/
Dr. Afonso Shiguemi Inoue Salgado, formado em fisioterapia pela UEL e ex-residente da Universidade de Medicina de Lyon, Centre Interdepartamentale Lyon e Hopital Delemont (Suíça), é pós-graduado pela Confederação Francesa de Fisioterapia Desportiva, Mestre em Cirurgia Experimental pela Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista Campus Botucatu pela UNESP-SP e Doutorando em Engenharia Biomédica – UniCastelo-SP. Autor de diversos livros – “Fisioterapia nas lesões de tornozelo”, “Técnicas proprioceptivas de tornozelo e joelho” e “Eletrofisioterapia”, Dr. Afonso fez estágios e especializações dentro e fora do Brasil nos principais centros de fisioterapia. Formou-se em Posturologia (França, Itália e Dinamarca), Terapia Manual (University of St. Augustine – USA, Utrecht – Holanda, Ecole St Maurice – França), Eletrofisioterapia, Cadeias Musculares de Leopold Busquet (ex-professor e Introdutor do método no Brasil), Medicina Ortopédica de Cyriax (Bélgica), Osteopatia e Osteoetiopatia (Bélgica), Mobilização do Sistema Nervoso (Suíça), Microfisioterapia (França), Uroginecologia (França), Introdutor do método no Brasil de Iso-stretching, representante no Brasil dos métodos de Equilíbrio Neuromuscular e Microfisioterapia, e Introdutor no Brasil do método Leitura Biológica.
Mariana Gianjoppe
Site Correio Braziliense – 20/01/2010
Técnica francesa de fisioterapia promete mais qualidade de vida aos pacientes
Procedimento desativa nas células a memória de traumas. A terapia, porém, é complementar e não substitui os tratamentos convencionais.
A pedagoga aposentada Iracema Ribeiro, 65 anos, é vítima de reumatismo. De cinco anos para cá, ela não conseguia dormir devido às dores que sentia no corpo. Apesar de tratar o transtorno com um reumatologista e se valer da hidroterapia para conter o desconforto, o organismo não vinha respondendo bem às medidas adotadas. A microfisioterapia, técnica praticada na França há mais de três décadas, trouxe o alívio dos sintomas e a qualidade de vida para Iracema. “No último domingo, fiz a terceira sessão, mas depois da primeira não sentia mais dor, voltei a ter um sono tranquilo e descobri os fatores que desencadearam a doença. Estou impressionada. Me sinto leve, como se não tivesse o problema”, relata.
A microfisioterapia consiste em localizar no corpo do paciente informações de situações ou traumas que foram vividos tanto física como emocionalmente e que organismo não conseguiu eliminar. Segundo o fisioterapeuta Afonso Salgado, que trouxe a técnica para o Brasil, essas restrições são marcas de eventos ocorridos ao longo da vida, que trouxeram algum sofrimento. São cicatrizes que não ficam apenas no cérebro. “`Tudo que acontece com a gente em nível tóxico, físico e emocional vai para o corpo, que guarda memórias e cria traços que atrapalham o funcionamento das células e podem gerar sintomas e disfunções. Os microfisioterapeutas são treinados para descobrir essas memórias e desativá-las”, explica Afonso.
O fisioterapeuta observa que as sequelas que ficam guardadas na mente são tratadas por psicólogos e psiquiatras, já a microfisioterapia cuida das cicatrizes do corpo. A técnica é baseada no estudo da embriologia. A primeira etapa da sessão é uma conversa com o paciente. Depois do bate-papo, são feitas averiguações de pressão e do estado físico da pessoa. “Em seguida, buscamos as memórias guardadas no corpo para desativá-las. Com toques leves, realizados com a ponta dos dedos, ajudamos o organismo a apagar as cicatrizes internas responsáveis pelas doenças. A técnica é tão apurada que precisamos as datas dos acontecimentos que marcaram negativamente a pessoa”, revela o profissional.
Segundo Rodrigo Rabbottini, fisioterapeuta que aplica o método em Brasília, as situações traumáticas geram reflexos no corpo, que nem sempre consegue eliminá-los. Ele observa que a microfisioterapia é um intrumento para a autocorreção das funções do organismo. O profissional que aplica a microfisioterapia é preparado para procurar no paciente regiões com perda de ritmo vital. Essa ausência é perceptível na superfície da pele. “Se não há ritmo, existe uma ‘cicatriz’ fonte de disfunções. É essa sensação que guia o fisioterapeuta na busca do caminho que a agressão percorreu no corpo para que ele ative o processo de autocura, que é nosso principal objetivo, independentemente do tempo em que a marca foi instalada”, diz.
São trabalhadas cerca de três ou quatro sessões intercaladas a cada 30 dias. Segundo os especialistas, reféns de problemas como depressão e doenças que causam dor crônica, como fibromialgia, distúrbios de sono e alergias, têm encontrado grande alento com a técnica francesa. “Patologias que a medicina tradicional tem dificuldade para resolver podem ser amenizadas e até curadas. Tenho uma paciente com fibromialgia, mal que pode ser resultado de perdas na infância. Os pais dessa mulher morreram em um acidente quando ela tinha 6 anos. Traumas emocionais nessa fase promovem perda de serotonina, que desencadeia depressão associada a problemas físicos. A microfisioterapia eliminou as manifestações da doença e promoveu o equilíbrio”, revela Afonso Salgado.
A novidade não pretende substituir a medicina tradicional. Ela é aplicada por fisioterapeutas ou médicos que estudam o método por dois anos e o indicam como uma terapia complementar ou preventiva. Os resultados animam os profissionais. As chances de melhora para quem sofre de enxaqueca, cólicas, herpes, alergias, depressão, síndrome do pânico, artrites e artroses são significativas. Porém, os especialistas reconhecem a dificuldade em eliminar danos no sistema auditivo e aliviar dores agudas. “Existem áreas que precisamos e vamos progredir. No entanto, temos ajudado bastante no tratamento de câncer porque conseguimos eliminar os efeitos colaterais da radio e da quimioterapia. As únicas ressalvas são as gestantes e os doentes terminais que não têm força para reagir“, afirma Afonso.
Dores
A fisioterapeuta Liana Mayara Caland, 29 anos, é uma paciente. Ela sofria de fortes dores nas costas, problema que comprometia seu dia a dia há alguns anos. “Como sou da área, sempre me identifiquei com técnicas corporais, mas nunca consegui me livrar dessa dor. A microfisioterapia me chamou a atenção pelo estímulo que promove no corpo para que ele reaja ao mal”, diz. Na primeira sessão, o microfisioterapeuta trabalhou diversos pontos do organismo sem tocar as costas. “No dia seguinte, não sentia mais dor. Na conversa com o profissional que aplicou a técnica em mim, soube que minha lombalgia era resultado de traumas vividos na infância que ficaram registrados em meu corpo e continuavam repercurtindo. A dor ficou no passado, hoje sou outra pessoa”, revela.
Pacientes com quadro de dor são realmente os que mais recorrem ao método, mas a técnica tem alcançado resultados em mulheres com dificuldade de engravidar e esportistas que desejam prevenir danos físicos. O fisioterapeuta Rodrigo Rabbottini lembra que o intervalo de um mês entre as sessões é necessário para que o corpo absorva os estímulos promovidos pelo toque do microfisioterapeuta e reaja. Mudanças no sono, vômito, alterações de humor e aumento do problema são comuns nos primeiros dias depois das sessões em alguns pacientes.
A microfisioterapia ainda é vista com desconfiança por médicos que não a conhecem. Na Europa, o método é autorizado pelos conselhos de fisioterapia e pelo governo de cada país. “No Brasil, estamos elaborando um documento que explica aos órgãos responsáveis os benefícios e o funcionamento da terapia”, acrescenta Afonso Salgado. O Conselho Federal de Fisioterapia e Terapia Ocupacional (Coffito) informa que ainda não há regulamentação sobre o uso do método e que a assessoria técnico-normativa está elaborando material que tenha fundamentação e subsíios necessários para isso.
Mariana Gianjoppe
Folha de Londrina – 07/10/2009
Jornal de Londrina – 06/10/2009
Microfisioterapia – Programa Sara Presoto – 03/09/2009
Jornal de Londrina – 27/08/2009
Folha de Londrina – 04/08/2009
Jornal de Londrina – 20/07/2009
Jornal de Londrina – 08/07/2009
Folha de Londrina – 19/06/2009
Jornal de Londrina – 01/06/2009
Folha de Londrina – 27/05/2009
Folha de Londrina – 01/05/2009
Folha de Londrina – 18/04/2009
Jornal de Londrina – 22/01/2009
Folha de Londrina – 04/02/2009
Jornal de Londrina – 16/01/2009
Folha de Londrina – 08/01/2009
Frizz Magazine dez/2008
Folha de Londrina – 25/11/2008
Folha de Londrina – 29/10/2008
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