Gostaria de mais informações?
Envie seu endereço de e-mail para nós e receba nossas novidades e boletins.

Memória da àgua

agua_artigo

Introdução

Durante meu trabalho no instituto do Professor Doutor Reinhard Mecke, na Universidade de Freiburg eu desenvolvi um dipômetro para medir as constâncias dielétricas (CDs) de líquidos até 4 décimos antes do ponto decimal. R. Mecke mesmo fez sua tese de doutorado sobre a água. Ele publicou vários artigos relacionados às propriedades físicas da água e eu, assim como ele, encontrei que a CD da água depende de sua história. Todos os outros líquidos mensurados mostraram CD constantes, mas na água, a CD mudou mesmo antes do ponto decimal. A 20ºC pode-se achar valores entre 79 e 82, dependendo da história, por exemplo, o choque térmico entre ebulição e resfriamento responde num resfriamento vagaroso.

Esse fenômeno pode ser explicado por meio da estrutura da água. A água consiste em um átomo de Oxigênio (O) e dois átomos de hidrogênio (H). O átomo de oxigênio possui 6 elétrons na sua camada de valência, mas 8 são possíveis de acordo com a física quântica. Portanto sua valência é 2 e o O é um elétron receptor, tornando-se um íon negativo. H possui somente um elétron, sua valência é 1 e ele é um elétron doador, tornando-se um íon positivo.

A estrutura de aglomerados da água

Sabe-se bem que as formas líquida, gelo e também vapor d’água não consistem em moléculas singulares (isso somente é possível acima de 400ºC). A tabela 1 mostra a denominada anomalia da água líquida.

Table 1: Anomaly of water

Cluster Single molecule
Critical point 374 degree C 60 degree C
Boiling point 100 degree C -80 degree C
Melting point 0 degree C -100 degree C
Vaporization heat 9,7 kcal/mol 4,0 kcal/mol
Specific heat 18 cal/degree a.mol 9 cal/degree a.mol
Vaporization entropy 26 Cal/degree a.mol 19 Cal/degree a.mol
Specific weight 1g/ml at 4 degree C 0,5g/ml falling with temp.
Molvolume 18 ml/mol 40 ml/mol
Freezing volumechange + 1,62 ml/mol - 1,5 ml/mol
Viskosity 1,7 c-poise 0,2 c-poise
Surface tension 75 dyn/cm 7 dyn/cm
       

A tabela 1 compara os valores físicos verdadeiros (aglomerados) com os valores físicos teóricos (moléculas singulares). Pelas diferenças entre esses dois pares de valores pode ser calculado que na água líquida aproximadamente 400 moléculas de H2O estão aglomeradas em temperatura ambiente. Essas grandes moléculas são chamadas associadas ou polímeros.

Uma fila no sistema periódico de elementos é chamada homóloga, porque as propriedades dos compostos químicos com os átomos numa fila são similares, mas os pontos de ebulição e derretimento se tornam maiores de acordo com o aumento da massa atômica.

Isso é mostrado na Fig. 1. Nela são listados diferentes compostos químicos com hidrogênio em filas homólogas e seus pontos de ebulição. Nessas filas, os compostos de hidrogênio com halogênios, com a fila do oxigênio e do nitrogênio os menores átomos saem da linha. Por isso, também, pode-se calcular que esses compostos são maiores do que aqueles com moléculas singulares.

(Fig. 1 e 2)

A ressonância da água

A fig.2 explica que mesmo uma molécula simples possui muitas vibrações e emite sinal eletromagnético numa ampla região de freqüência. Em temperatura ambiente os átomos não estão parados, mas vibram o tempo todo. A energia tem origem do calor ambiente. Pelos átomos dentro da molécula serem íons e possuírem cargas elétricas, eles emitem sinais eletromagnéticos como uma antena com seus elétrons vibrantes.

O núcleo atômico com vários prótons e nêutrons vibram na região de microonda. A camada elétrica vibra na região de baixa freqüência. Isso foi demonstrado no seriado de TV “Nosso Cosmo” de Carl Sagan: um elétron microscópico com uma amplificação de 100 milhões de vezes mostrou átomos de urânio: eles possuem uma vibração periódica de aproximadamente 10Hz.

A distância entre O e H vibra na região infra-vermelha (o comprimento de onda é 3,2 ?m) e o ângulo das linhas que conectam os íons H e O vibra na região infra-vermelha distante.

Finalmente a luz do dia ativa os elétrons da camada de valência do O em altos níveis de energia e dentro de 10-7 segundos. Os elétrons voltam ao nível base emitindo fótons (luz) numa freqüência de aproximadamente 1015Hz. Essa é a freqüência mais alta da água.

Outras freqüências estão presentes na estrutura de aglomerado da água. A fig.3 mostra 3 moléculas associadas de água por meio dos chamados grupos de hidrogênio. Por causa de sua característica dipolar, todo íon O atrai um íon H e, além disso, esse grupo vibra em rotação com freqüências na região infra-vermelha distante. A fig.3 também mostra que essa rotação leva a uma ligação eletromagnética e o grupo de hidrogênio se torna mais forte.

Pode-se imaginar que em aglomerados com 400 moléculas de água, uma quantidade muito alta de diferentes freqüências eletromagnéticas são possíveis e também são possíveis uma quantidade muito alta de diferentes estruturas. Portanto, “a água não é como a água”.

A fig.4 compara dois suportes de armazenamento: ferro (fig.4a) e água (fig.4b). Sabe-se bem que o ferro é capaz de armazenar informação, mesmo em ferro sem movimento (neste caso por meio das chamadas “mudanças forçadas locais”): por exemplo, enchendo os locais entre as grades ou criando locais deficitários nas grades. Na fig.4a são mostrados os íons do ferro em grupos, chamados áreas de Weiss (de acordo com o físico francês P.E. Weiss), com todos os dipolos magnéticos em linha. Somente a física quântica pode explicar por que eles não se repelem (normalmente pólos semelhantes se repelem).

(Fig.3, 4a e 4b)

As áreas de Weiss são separadas pelas chamadas paredes de Bloch (de acordo com o físico suíço F. Bloch). Ambos, os íons do ferro e as paredes de Bloch vibram em temperatura ambiente e emitem sinais eletromagnéticos. Esse espectro pode ser alterado por meio das já mencionadas mudanças locais.
Na água também temos (análogas às paredes de Bloch no ferro) paredes de repartição, chamadas torções. Os aglomerados correspondem às áreas de Weiss no ferro. A diferença entre ferro e água é o tipo de dipolo: no ferro temos dipolos magnéticos, na água temos dipolos elétricos. Na fig.4b é mostrado um tipo especial de estrutura: dois aglomerados são reciprocamente orientados. Isso corresponde a um ângulo de 180º = ? e essa torção especial é chamada ?-kink.

As torções vibram na região de baixa freqüência, os aglomerados na região de alta freqüência. As moléculas de água aglomeradas, portanto, possuem muito mais vibração do que uma molécula de água sozinha.

A habilidade da água de armazenar informação

O físico teórico Emilio del Diudice, na universidade de Milano, Itália, pôde explicar junto com colaboradores que a água possui a habilidade de armazenar informação por longos períodos de tempo. Em épocas antigas, havia a opinião de que os grupos de hidrogênio nos aglomerados de água são instáveis. Isso é verdadeiro para a água líquida normal, chamada água I, mas não é verdadeiro para a água II líquida-cristalina, como mostra a fig.3. A ligação eletromagnética leva a um aumento do poder de vínculo de força num fator de 20. Este fator pode ser calculado por meio da física quântica: é a raiz quadrada do número de moléculas em um aglomerado (aproximadamente 400).

Somente campos fortes (calor, raios x, força de lasers, força de campos magnéticos, etc.) são capazes de destruir essas fortes ligações. Hoje ainda temos remédios homeopáticos, feitos pelo próprio Samuel Hahnemann há mais de 150 anos dentro de um cofre no hospital Robert Bosch em Stuttgart, Alemanha, e essas substâncias possuem o mesmo espectro que substâncias atuais do mesmo tipo.

A completa composição da água (the complete quants of water)

Já foi até mencionado que a água possui várias vibrações eletromagnéticas, chamadas fótons. Somente uma pequena parte de todo o espectro é visível (luz), todas as outras partes do espectro eletromagnético são chamados “fótons escuros”. Agora, a água consiste essencialmente de fótons e somente uma pequena parte de matéria. Na física quântica sabe-se bem que nosso cosmos (e também a água) é feito de duas partes diferentes: matéria (prótons, nêutrons, etc., chamados férmions, de acordo com o físico italiano Enrico Fermi) e quantuns de interação, chamados bósons, de acordo com o físico indiano Subhas Tschandra Bose. Os bósons mais importantes são os fótons e a relação entre fótons e quantuns naturais (núcleos) é conhecido como “relação fóton-núcleo”. Jules T. Muheim, um físico suíço na universidade de Zuerich, calcula que a relação de acordo com o valor mensurado é de 9.746 x 108 para 1. Isso é aproximadamente 1000 milhões para um, como pode-se ver na fig.5.

Fig.5: mostra as partes da água: 9,746 x 108 partes (perto de mil milhões) são fótons e somente uma parte consiste de íons positivos H3O+, moléculas neutras de H20 (aglomeradas), íons negativos HO- e, na maioria dos casos, dióxido de carbono dissolvido CO2 (também na água destilada, porque vai pelo ar durante o processo de destilação); finalmente, a água natural também contem minerais.

Os quantuns de interação (bósons) são relevantes para a coesão da matéria, para sua estrutura, e eles também controlam a consistência de toda a matéria e são maiores que fermions (matéria). Tudo isso foi publicado numa série de TV pelo gerente chefe do “particle accelorator CERN” perto de Genf na Suíça, Carlo Rubbia, o qual ganhou o Nobel de 1984 pela prova experimental dos bósons especiais. Um outro ganhador do Nobel, Olia Prigogine, explanou sobre a importância do intercâmbio de quantuns pela declaração: “quando eu me torno mais velho, não são minhas partículas que mudam, mais sim a interação de seus quantuns”.

Fig.5 Relação de fótons para matéria na água.

Um artigo recentemente publicado provou novamente que a água consiste de um sistema de duas fases e que a água II obtém mudanças irreversíveis em sua estrutura de aglomerado através de fracos campos eletromagnéticos. Isso foi mostrado por meio de espectroscópio infra-vermelho e espalhamento ineslático de nêutron.

Homeopatia

O que ocorre durante a produção de um medicamento homeopático pode ser explicado por meio desse modelo mecânico: (fig.6)

A fig.6 mostra uma turbina acionando uma força de 60Hz num gerador sobre uma base de concreto. Quando a turbina passa por um desequilíbrio (por exemplo, uma lâmina é deformada) a base entra em vibração com a mesma freqüência (60Hz). Finalmente a base fica com uma rachadura. É um fato muito conhecido nas técnicas de vibração que a rachadura se move na base de maneira que a parte da base com a turbina entra totalmente em ressonância com a turbina.

(Fig.6)

Transmitindo esse fato para a pequena parte de matéria das moléculas de água, podemos comparar a base com a água, a turbina com o extrato de origem (tendo seu próprio espectro de vibração) e a rachadura com as mudanças nos grupos hidrogênio na água I. Os aglomerados transformados entram totalmente em ressonância com as freqüências do extrato de origem. Por meio de sucussão, a informação é transferida para água II. Por causa da lei da conservação, a água e o extrato de origem não podem vibrar em fase. Isso seria um aumento da energia total. Portanto, água e o extrato de origem oscilam em fases contrárias.

Na homeopatia, as diluições são normalmente 1:10, chamadas 1x (9 partes de água para 1 parte de extrato de origem). Durante o processo de energia isso é feito passo a passo com sucussões entre as diluições. 2x significa uma diluição de 1:100 em dois passos, etc. Desde que o espectro de freqüência do extrato de origem na mistura com a água predomine sobre o espectro de freqüência da água modificada, o extrato de origem predomina com sua fase. Agora é necessário explicar alguns fatos sobre as relações das fases.

As ondas Schumann como um gatilho

Muitos líquidos, inclusive a água, no corpo humano vibram extensivamente em sincronia. Isso deve acontecer por meio de um sinal gatilho presente no mundo inteiro. Isso segue de experimentos com testes de medicamentos de Voll: R. Voll pôde mostrar que um remédio pode ser usado para diagnóstico quando o paciente o coloca sobre sua mão.

Agora tem sido mostrado que isso também é possível quando os valores próprios do remédio são modulados sobre uma freqüência transportadora (similar ao rádio e TV), transmitidos por uma grande distância e demodulados perto do paciente, usando um eletrodo em sua mão conectado com o demodulador (chamado teste de emissão-recepção). Isso novamente é uma prova de que as vibrações dos medicamentos produzem seu efeito real e não a química. Mas, a efetividade na transmissão dos sinais próprios do medicamento por grandes distâncias somente pode ser possível quando há uma fase de relação entre a vibração do medicamento e o paciente. Para isso, os sinais do medicamento (o qual possui uma intensidade muito baixa) devem entrar em ressonância com as estruturas dentro do corpo do paciente. E para isso, nenhuma alteração na fase é permitida. (somente sinais fortes seriam capazes de acionar as estruturas do paciente).

Na medicina tradicional, o modelo receptor é usado para explicar o efeito de um remédio: por exemplo, um remédio para o rim deve ter grupos de átomos similares em sua periferia, como o tecido do parênquima do rim. A idéia é um mecanismo de chave-fechadura de acordo com Paul Ehrlich. Nesse caso o princípio da dose-ação é relevante: quanto mais alta a dose, maior o efeito (porque mais partes do tecido estão envolvidas).

Mas, grupos de átomos similares no medicamento e no tecido possuem freqüências de ressonância similares. Portanto também é possível que o efeito de medicamento seja um efeito eletromagnético. Nesse caso, temos um efeito de ressonância. A química somente leva a efeitos colaterais! Aproximadamente todos os medicamentos trabalham através da ressonância. As exceções são alguns antibióticos os quais necessitam do mecanismo chave-fechadura.

Quando o teste de emissão-recepção mencionado acima é realizado numa sala protegida, não acontece nada, porque não há nenhuma relação de fase entre o medicamento e o paciente. O gatilho para uma vibração sincrônica deve ser um sinal presente no mundo inteiro. Um exemplo desse sinal é a ressonância Schumann gerada entre a superfície da terra e a ionosfera (ondas MT = ondas magnéticas transversais).

Prova experimental para a habilidade da água de armazenar informação

Cyril VV. Smith, universidade de Salford, Inglaterra, tem trabalhado durante 10 anos juntamente com 2 físicos em Londres, R.V.S.Choy e J.A.Monro com experimentos em 150 pacientes alérgicos voluntários, utilizando a estrutura modificada da água como um agente. Esses pacientes eram hiperérgicos e muito sensíveis a alguns alérgenos especiais. As reações eram perca da consciência, distúrbios de marcha, etc. esses pacientes eram ideais para os testes com medicamentos homeopáticos e com a água transformada. O alérgeno era preparado na maneira homeopática descrita acima, não em passos de diluição de 1:10 mas sim de 1:5 para obter uma graduação mais fraca. A constante de Avogadro então é alcançada depois de 35 passos. Os resultados desses experimentos estão explícitos na fig.7.

Na fig.7, as abreviações D1, D2, etc. significam as potências 1:5, 1:25, etc. ? significa o extrato de origem (o alérgeno na solução). Em cima do lado direito na fig.7 os resultados são mostrados em um diagrama: não somente houve os efeitos colaterais do extrato de origem, mas também altas potências até diluições ultra-altas sobre a constante de Avogadro. Entre esses efeitos negativos havia potências neutralizadoras. Um paciente que ficou inconsciente ao ter somente contato de pele com o alérgeno (um fungo de bolor) despertou novamente ao ter um contato de pele com uma dessas potências neutralizadoras ate diluições muito altas. Isso foi provado várias vezes em experimentos controlados duplo-cegos.

Os mesmos experimentos também foram feitos com sinais eletromagnéticos, utilizando um gerador de freqüência, mostrados na segunda linha da fig.7. O paciente mencionado ficou inconsciente com um sinal bem fraco de 3Hz. A primeira freqüência neutralizadora foi de 10Hz. Nesses experimentos, um fio de 3 pés de comprimento na saída do gerador de freqüência (saída com voltagem de 1V) foi usado como uma antena. O paciente estava sentado numa distância de 6 pés da antena.

Também com sinais eletromagnéticos houve um efeito periódico de efeitos colaterais alternados com efeitos neutralizadores. A próxima linha na fig.7 (lado esquerdo) mostra um terceiro experimento: a freqüência neutralizadora foi armazenada na água por meio de um fio em espiral em volta de um recipiente com água, usando uma corrente de mA através do espiral e um tempo de 5 minutos. Depois disso, foi feito uma sucussão na água. Com essa água em contato com a pele, também, o paciente inconsciente despertou. A água armazenou essa informação durante vários meses.

No lado direito abaixo, na fig.7 é mostrado um próximo experimento: um dos pacientes testados era tão sensível, que tinha reações mesmo a distância de um pé do alérgeno. Nesse caso era possível usar uma grade entre o alérgeno e o paciente a fim de proteger o paciente dos sinais eletromagnéticos do alérgeno. Quando a distância da tela é menor que o comprimento de onda do sinal, a grade é impenetrável ao sinal. Os resultados foram: distâncias entre 0,1 e 1cm protegeram o paciente, dependendo do valor da freqüência de neutralização, pois várias freqüências eram possíveis, tanto altas como baixas, como mostrado na fig.7 na segunda linha do lado direito.

Comprimentos de onda na região de mm são microondas, as quais trabalham como transportadores para as baixas freqüências, similares ao rádio e TV. Para isso podemos olhar a fig.2: as freqüências, mostradas na fig.2 estão misturadas de maneira que as freqüências mais baixas são modulações das freqüências mais altas. Isso também é verdadeiro para freqüências infravermelhas.

(Fig.7 – a prova experimental do armazenamento de informação da água).

De acordo com a fórmula de Planck para a energia de um quantum: energia de um quantum = h x v (h = quantum de ação de Planck, v = freqüência), a energia das freqüências infravermelhas é maior que as freqüências de microondas. Por isso também que as freqüências infravermelhas são importantes. Experimentos com testes de medicamentos de acordo com Voll mostraram que não poderiam funcionar quando os sinais infravermelhos estão protegidos por meio de “plexiglass” (o qual é impenetrável até 3,2?m, a distância de vibração do O e H, visto na fig.2). O medicamento resfriado também possui o mesmo efeito, mas aquecido o efeito é melhorado, de acordo com Voll.

Todos esses experimentos mostram que o espectro de freqüência da água possui efeitos no corpo humano. Os importantes experimentos feitos por J. Beneviste et al. são explicados em detalhes no livro “A memória da água”, de Michel Schiff (3). Portanto não é necessário repeti-los aqui.

O espectro da água na região de baixa freqüência

(fig.8 – diagrama do principio de analisador de sinal)

A fig.8 mostra o diagrama, usado para mensurações na região de baixa freqüência: um pequeno amplificador de ruídos é conectado à entrada de um gerador de sinal e uma máquina (plotter) na sua saída. Para a entrada do amplificador diferencial, 2 fios com eletrodos de platina são conectados. Os fios são feitos de quartzo e possuem uma proteção magnética contra poluição elétrica. O procedimento é mostrado abaixo.

Para cada substância um placebo é necessário (o solvente fluido). Primeiramente em ambos os reservatórios (fig.8) o placebo é preenchido e o pré-amplificador é ajustado em fase e amplitude por meio de um resistor e um condensador. Esse procedimento deve ser repetido várias vezes. Então, no reservatório para amostra (“sonda”) o placebo é alterado pelo verum (substância a ser medida). No analisador, a sensibilidade (SN em decibel Volt = dVB), a escala total (FS em dBV), o alcance da freqüência (SPAN), a resolução (por ex.: ? = 12,5Hz) e as médias (AVG para reduzir o ruído) são ajustados. Frequentemente, AVG = 1000 médias são necessárias: o sinal coerente se mantém constante enquanto o ruído incoerente é reduzido (o organismo humano utiliza o método paralelo com o mesmo resultado, mas num tempo mais curto).

Fig.9 espectro da trituração lenta da echinacea (esquerda) e com alta velocidade (direita).

Fig.10 espectro da sucussão mecânica da echiniacea

As figuras 9/10 mostram a influência do tipo de britador e da sucussão sobre a qualidade do sinal, nesse caso (echinacea ?) 6x. Na fig.9, a esquerda, um método muito fácil, desenvolvido pelo Dr. Kalbermatten, Suíça, foi usado (remédios CERES) utilizando uma máquina especial. Na fig.9, a direita, uma britadeira de alta velocidade foi usado (é usado normalmente dessa maneira!): o sinal é menor e mais médias são necessárias. Em ambos os casos a sucussão manual foi utlizada. A fig.10 mostra echinacea 6x de duas companhias diferentes usando sucussão mecânica. Isso proporcional sinais muito pequenos. Na fig. 9/10 um modo especial foi utilizado (magnitude de função de transferência = TF mag). Nesse caso os sinais foram negativos.

Armazenamento de sinais eletromagnéticos na água

A fig.11 mostra água a qual foi induzida através de um sinal fraco de 10kHz por meio de um espiral magnético (20 minutos). É interessante observar que também ocorreram sinais secundários de aproximadamente 50Hz, originados da potência de freqüência (o sinal gerador trabalhava numa potencia de 50Hz). Esse normalmente é um efeito indesejado, mas nesse caso isso provou o sinal armazenado. Em várias repetições os 3 sinais 9.950Hz, 10.000Hz e 10.050Hz estavam presentes enquanto todos os outros sinais mudaram suas posições.

Fig.11 armazenamento de 10kHz na água.

Fig.12 espectro de alta potência: arnica 1000x e 2000x

Altas potências

Na fig.12 dois espectros são mostrados: arnica 1000x com um pequeno pico de 20.5305kHz com uma largura de banda de 25Hz e arnica 2000x com um pico muito pequeno de 24.39336Hz. todas as repetições resultaram nas mesmas freqüências.

Grandes sinais de baixa freqüência

A fig.13 mostra o espectro de um remédio (VITACUR, secções de uma série, 20 repetições) com sinais bastante fortes na região ELF de 4Hz e a segunda vibração harmônica de 12Hz. Esse medicamento está em desenvolvimento e o sinais foram armazenados por um método especial, chamado “indução de soliton”. É ridículo que vários cientistas em universidades não acreditam que a água é capaz de armazenar freqüências tão baixas, mas é verdade!

Fig.13 espectro na região ELF (“Vitakur”, 4 repetições)

Sinais de baixa freqüência distintos dos remédios

A fig.14 mostra dois espectros de remédios com freqüências de 6.6kHz e 6.7kHz de acordo com cálculos teóricos feitos por C.W.Smith (veja fig.7) com o resultado de que aglomerados de moléculas de água de forma circular deveriam ter freqüências perto do 6kHz.

Fig.14 espectro na região de kilohertz de 2 remédios.

Potências misturadas

A fig.15 mostra medições da ipecacuanha, uma planta de origem na América do Sul, usada como medicamento contra cefaléia e náusea. Essas medições foram realizadas com potências de 5x ate 200x. Aqui apenas são mostradas as potências de 12x, 30x e 200x e também algumas misturas dessas potências. Para o reduzir o tempo consumido pelas medições, somente uma pequena parte do espectro foi plotada. As medições primárias mostraram que a freqüência básica para todas as potências é de 5.24375kHz, portanto somente essa parte foi plotada, o que reduziu extremamente o tempo.

Em altas potências e com misturas, é possível uma mudança de fase. A comparação entre 12x e 200x e também 30x com 200x (repetição) não apresenta mudança de fase. Mas em 30x + 200x uma mudança de fase é presente quando não há baixa potência (12x) envolvida.

Fig.15 parte do espectro da ipecacuanha em diferentes potências e misturas.

Fig.16 espectro em coordinadas polares da ipecacuanha em diferentes potências.

Com o analisador de sinal é possível não somente fazer plots cartesianos, mas também espectro em coordenadas polares. A fig.16 mostra uma secção das series de 5x ate 200x. As freqüências de 0 ate 10kHz foram plotadas em coordenadas polares e a fig.16a apresenta o princípio: o vetor do ponto zero é a amplitude, o ângulo da fase 0 (lado direito) ate o vetor é o ângulo de fase e o quociente das duas medidas é plotado no mesmo diagrama, nesse caso ambos os preenchimentos nos reservatórios das amostras eram os mesmos, portanto o quociente = 1 com 0º de ângulo de fase (marca no lado direito “FS = 1.0”).

A fig.16b mostra ipecacuanha 10x (sucussão manual) em comparação com o extrato de origem diluído (e sem sucussão). A amplitude é um pouco menor que aquela do extrato de origem e o ângulo de fase é 0º.

A fig.16c mostra ipecacuanha 25x (sucussão manual, de uma outra produção que a mostrada na figura 15) em comparação com o extrato de origem diluído como na fig.16b. A potência de 25x está do lado direito e o quociente está atingindo aproximadamente todos os ângulos de fase (marcados com “Verhaltnis” na fig.16c). A amplitude também muda com a frequência de aproximadamente 0 a ½ do valor do extrato de origem. Nesse estado de transição próximo a constante de Avogadro, o extrato de origem em potência está em equilíbrio com o armazenamento na água II.

A fig.16d mostra ipecacuanha 110x. Aqui a mudança de fase está aproximadamente a 180º. Todas as baixas potências apresentaram diagramas como o da fig.16b, todas as potências de transição de 20x ate 3x apresentaram diagramas como o da fig.16c e todas as altas potências, diagramas como o da fig.16d. Lembre-se § 6: em alta potência a fase do aglomerado das moléculas de água predomina com mudança de fase de 180º no que diz respeito ao extrato de origem e está (de acordo com § 7) sincronizado com um sinal gatilho presente no mundo todo. Baixas potências, médias potências e altas potências entretanto possuem propriedades muito diferentes.

Espectro UV

Os aglomerados da água se comportam de maneira muito diferente na região ultravioleta de acordo com sua forma. Há 25 anos, experiências mostraram que a água de alta qualidade biológica possui alta absorção UV no que diz respeito ao placebo. Um placebo é utilizado para eliminar a absorção de minerais dissolvidos. Para medir isso, um fotômetro espectral de feixe duplo com cuvetes (?) de quartzo é utilizado e em ambos os cuvetes é colocado água com a mesma composição química. As duas amostras de água diferem somente em sua estrutura física. Veremos que a água com a estrutura física perturbada possui menor absorção ultravioleta que o placebo.

A fig.17 mostra as vias de raios no fotômetro utilizado (?2 de Perkin Elmer). HL é a lâmpada de halogênio para a luz ultravioleta. O monocromador é uma grade holográfica que separa a luz ultravioleta em seus diferentes comprimentos de onda. A metade transparente do espelho BS divide o raio em dois feixes. Estes vão através dos cuvetes de quartzo REF = reference (placebo) e SAMPLE = verum e então para os dois detectores. Por meio de uma correção secundária, um desequilíbrio entre ambos os feixes pode ser eliminado.

Fig.17 vias dos raios em um fotômetro de dois feixes.

A correção secundária corresponde com o ajuste do pré-amplificador na fig.8. Isso é feito com os mesmos líquidos (2x placebo) em ambos os cuvetes.

Fig.18 espectro ultravioleta da água perturbada

A fig.18 mostra exemplos de água perturbada, apresentando absorção negativa no que diz respeito ao placebo em comprimentos de onda ultravioleta de 240nm ate 320nm. A linha zero recebeu placebo em ambos os cuvetes após a correção secundária. O espectro abaixo da linha zero mostra a água que estava durante 24 horas perto de uma garrafa com atrazin, um veneno para parasitas, usado na agricultura em alguns países (atualmente proibido na maioria dos países). Mesmo os fracos sinais eletromagnéticos vindos dessa substância são capazes de perturbar a água próxima.

O próximo espectro abaixo do experimento com atrazin apresenta água que ficou 8 horas sobre um campo geopático perturbado. Esta é uma prova de existência das linhas geopáticas.

Os dois espectros mais baixos mostram perturbações muito fortes: uma amostra de água estava perto de um manto incandescente radioativo Auer, a outra amostra estava na frente de um monitor colorido, cada um durante 5 horas. Foram realizadas sucussões em todas essas amostras de água após serem submetidas às influências.

Fig.19 Absorção ultravioleta em diferentes potências de ipecacuanha (5x ate 200x) a 195nm.

A fig.19 apresenta a fila completa das potências da ipecacuanha 5x ate 200x a um comprimento de onde de 195nm. O espectro a esquerda pertence às amostras de sucussão hidráulica (sem poluição eletrônica), a direita pertence às amostras de sucussão manual. Ambos os espectros são muito similares e mostram a mesma periodicidade como nos experimentos de C.W.Smith (2 e fig.7) e também de J.Benveniste. (3)

Medições na região de alta freqüência

Abaixo são apresentados os espectros da ipacacuanha na região de frequência do rádio. Essas são as mesmas substâncias as quais foram medidas na região de baixa freqüência (fig.15). A fig.20 mostra as potências isoladas e a fig.21 as misturas na região de freqüência de 250kHz ate 930kHz. Nesse caso, um espectrômetro especial de ressonância com 60 frequências fixadas foi utilizado (“REDEM”).

O espectro das misturas nos deu novas figuras com freqüências de interferência. Esta é uma prova para o direito de existência dos chamados remédios “homaccord”.

Fig.20 Espectro da diferença de impedância da ipecacuanha 12x, 30x e 200x.

Fig.21 Espectro da diferença de impedância de 4 diferentes misturas de potências da ipecacuanha.

Espectro das “águas-luz”

Conseguimos amostras de água da Universidade de Milano, Itália, as quais dizem terem qualidades curativas. Elas possuem fortes sinais nas freqüências de onda cerebral.

Fig.22 Espectro da água de Lourdes

Fig.23 Espectro da água de Fátima

Fig.24 Espectro da água de um manancial, 300m próximo da “Madonna degli Angeli”

Fig.25 Espectro da água do manancial “Madonna degli Angeli”

Fig.26 Espectro da água de um manancial em San Damiano

Fig.27 Espectro da água de Neuchatel

 Sumário

As medições demonstradas são somente uma pequeníssima parte de um trabalho muito compreensivo no centro de tecnologia em Horb a.N., Alemanha. Eles comprovam que a memória da água e os remédios homeopáticos possuem muitos sinais armazenados, os quais podem reagir com ressoadores dentro do organismo humano. O conceito “nada contém numa homeopatia de alta potência” é devido ao erro de achar que a matéria somente consiste em férmions. Mas, ela consiste principalmente em bósons, os quais controlam a matéria. A água consiste muito mais de quantum de interação (fótons) do que de quantum material (oxigênio e hidrogênio).

 Literatura

[1] V.D. Khavryntchecko e O.V. Zhalko-Tytarenko: Memory Effects in Water. Quantum Chemistry Modelling and Vibrational Spectra Verification. 2º World Congress for Electricity and Magnetism in Biology and Medicine, Hume 8-13, 1997, Bologna, Italy.

[2] C.W.Smith: Is a Living System a Macroscopic Quantum System? The Center for Frontier Sciences at Temple University, 7, nº1 (1998), in this paper more literature

[3] M. Schiff: The memory of water

[4] C. Dalla Via: Phanomen Wasse, vgs-Verlag, Koln, 1997



 
 
Londrina: R. Martin Luther King, 677 - Lago Parque
43 3325-1828
Pres. Prudente: Rua Ulisses Ramos de Castro, 244 - Bairro do Bosque
18 3221-1633
Maringá: Av. Paraná, 280 - Centro
44 3227-8181
São Paulo: Av. Nove de Julho, 5143 - 5º andar Jd. Paulista
11 3078-1738 ou 3078-1591
 
Criação de sites Londrina: